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Questões para estudo - Era Napoleônica e Revolução Americana (EUA)

quarta-feira, 7 de setembro de 2011
1- Sobre o Império Napoleônico, assinale o que for correto.

01) O poder de Napoleão, gradativamente, tornou-se absoluto, legalizado pela Constituição de 1804 e sagrado pelo papado.
02) Com a derrota de Napoleão, a França implantou definitivamente a República.
04) Obras públicas, como canais, estradas, portos, atividades industriais e agrícolas, foram impulsionadas, possibilitando o fortalecimento da economia.
08) Agressivo na política externa, Napoleão suprimia as liberdades individuais e políticas, censurava a imprensa e interferia no ensino superior, buscando um controle total sobre a sociedade civil.
16) No período, surgiu uma nova corte e a antiga nobreza foi restaurada.
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2- Sobre o Império Napoleônico, assinale o que for correto.
01) Napoleão decretou o Bloqueio Continental contra a Inglaterra com o claro objetivo de prejudicar sua economia.
02) Após a batalha de Leipzig, Napoleão consolidou seu poderio sobre toda a Europa.
04) Napoleão, ao decretar o Bloqueio Continental, planejava derrotar a Rússia, posto que a vastidão territorial do país impossibilitava sua invasão.
08) Portugal não aderiu ao Bloqueio Continental devido às fortes pressões da Inglaterra, dando pretexto para a ofensiva francesa no país.
16) O Bloqueio Continental, entre outras coisas, pretendia garantir a exclusividade dos produtos franceses nos mercados da Europa.
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3- Após a derrota de Napoleão em Leipzig, os representantes dos países vitoriosos (Inglaterra, Prússia, Áustria e Rússia) organizaram um congresso – o Congresso de Viena (1815) – com o objetivo de desfazer os efeitos das campanhas napoleônicas.
Sobre este tema, assinale o que for correto.
01) Arbitradas por um novo compromisso, em nome da religião denominada Santa Aliança, as decisões do Congresso de Viena foram aceitas de maneira pacífica.
02) O período que se seguiu ao Congresso de Viena foi marcado pela emergência de governos democráticos na Europa e nas Américas.
04) As decisões foram resultado de acordos secretos entre as quatro potências vencedoras, que constituíram o Comitê dos Quatro.
08) O Congresso de Viena estabeleceu o princípio da legitimidade, que pressupunha a recomposição dos países e a restauração dos governos europeus, nos mesmos moldes de antes da Revolução Francesa.
16) Um dos produtos imediatos do Congresso de Viena foi a Unificação dos Estados Alemães, antes um conjunto dividido e fraco em relação às potências europeias.
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4- O mapa adiante ilustra o comércio triangular realizado pelos habitantes das colônias do norte dos Estados Unidos, durante o período de colonização da América. Observando o mapa, descreva esse comércio.


5- "Nas leis da Nova Inglaterra encontramos o germe e o desenvolvimento da independência local. Na América pode-se dizer que o município foi organizado antes da comarca, a comarca antes do estado e o estado antes da União." (Alexis de Tocqueville)
Diferencie a colonização das colônias do Norte da Treze Colônias, das colônias do sul.

6- Relacione a Guerra dos Sete Anos (1767-1773), entre Inglaterra e França com a independência dos Estados Unidos.

7- "O puritanismo era uma teoria política quase tanto quanto uma doutrina religiosa. Por isso, mal tinham desembarcado naquela costa inóspita, o primeiro cuidado dos imigrantes (puritanos) foi o de se organizar em sociedade".
Esta passagem de A democracia na América, de A. de Tocqueville, diz respeito à tentativa:
a) malograda dos puritanos franceses de fundarem no Brasil uma nova sociedade, a chamada França Antártida.
b) malograda dos puritanos franceses de fundarem uma nova sociedade no Canadá.
c) bem sucedida dos puritanos ingleses de fundarem uma nova sociedade no Sul dos Estados Unidos.
d) bem sucedida dos puritanos ingleses de fundarem uma nova sociedade no Norte dos Estados Unidos, na chamada Nova Inglaterra.
e) bem sucedida dos puritanos ingleses, responsáveis pela criação de todas as colônias inglesas na América.


8- No século XVIII, nas tensões entre Inglaterra e França, ocupou um lugar privilegiado a questão dos domínios coloniais, o que se pode verificar pela Guerra dos Sete Anos (1756 - 1763), durante a qual:
a) se consolida o poder britânico sobre a América do Norte com a vitória, em Quebec, sobre os franceses e pela ampliação da fronteira oeste com a conquista do México.
b) os dois estados lutam pelo domínio da América do Norte e onde os franceses são derrotados, perdendo parte do Canadá, especialmente Quebec, que, entretanto, mantém a cultura e a língua francesa.
c) os dois estados disputam suas possessões na América e na Índia, luta que termina com o Tratado de Paris (1763), que concedia à Inglaterra a posse da Índia, Canadá, Senegal, parte da Louisiana e das Antilhas.
d) a Inglaterra incorpora a Escócia e transforma-se em Grã-Bretanha, consolidando também seu domínio sobre a Irlanda, enquanto a França entra num processo agudo de crise econômica que acentua a decadência da sociedade do Antigo Regime.

9- Sobre a Independência dos Estados Unidos, assinale o que for correto.
01) A revolta dos colonos ingleses na América do Norte resultou de um longo processo de amadurecimento, decorrente em grande parte da dinâmica das "colônias de povoamento".
02) As Colônias do Sul, dominadas pelos grandes proprietários ligados ao sistema de "plantations", encabeçaram as lutas independentistas.
04) O desenvolvimento de centros voltados para o comércio entre algumas colônias inglesas, as Antilhas e a África possibilitou o surgimento de uma burguesia mercantil de forte espírito autonomista.
08) As medidas fiscais (Lei do Selo, Leis Intoleráveis, etc.) impostas pela metrópole não tiveram repercussão nas chamadas Colônias do Norte.
16) No século XVIII, movida por fatores conjunturais, a Inglaterra decidiu aplicar de fato os princípios mercantilistas às treze colônias, encontrando forte oposição em quase todas.
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10- Sobre a colonização europeia da América do Norte, no início da época moderna, assinale a(s) alternativa(s) correta(s).
01) De acordo com os termos do Tratado de Tordesilhas, firmado entre Espanha e Portugal, no final do século XV, a totalidade do território da América do Norte pertenceria à Espanha.
02) A colonização inglesa da América do Norte processou-se, de forma duradoura e definitiva, nas primeiras décadas do século XVII.
04) Ao norte, nas treze colônias, predominou uma economia baseada no trabalho livre e na pequena propriedade.
08) Após vencer os conflitos com a Espanha pela posse dos territórios, a Inglaterra manteve absoluto controle sobre a totalidade da América do Norte.
16) Nos primeiros tempos da colonização inglesa, a fim de viajar com sua família da Inglaterra para as colônias americanas, camponeses ingleses comprometiam-se a trabalhar por um determinado tempo para pagar os gastos de transporte.
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11- A independência dos Estados Unidos, além de estimular o sentimento de libertação em outros países da América, acentua a crise do Antigo Regime na Europa, transformando o “século da luzes”, com suas ideias e teorias, em vários movimentos revolucionários. À independência dos Estados Unidos seguiriam a Revolução Francesa e a Revolução Industrial. O que era teoria transforma-se em prática, e o processo histórico confirma e impulsiona as ideias. Assinale o que for correto.
01) A Declaração de Independência dos Estados Unidos foi inspirada nas ideias liberais do filósofo John Locke e dos iluministas franceses.
02) Consta na Declaração de Independência dos Estados Unidos o princípio de que o poder legítimo deriva do consentimento dos governados e que, sempre que uma forma de governo for contrária a esse princípio, o povo tem o direito de mudá-la ou de suprimi-la; e esse é um princípio da filosofia política liberal.
04) A Constituição dos Estados Unidos (1787) fundamenta-se na separação dos três poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário, como preconizado por Montesquieu no Espírito das Leis.
08) As ideias liberais de Thomas Hobbes alimentam o espírito capitalista do empresariado estadunidense.
16) Na obra o Contrato Social, Rousseau preconiza uma aliança entre a burguesia e o proletariado, defendendo as ideias iluministas e socialistas.
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Gabarito
1- 01 04 08 16
2- 01 08 16
3- 04 08
7- d
8- c
9- 01 04 16
10- 01 02 04 16
11- 01 02 04


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Renascimento Cultural e Científico

quarta-feira, 24 de agosto de 2011
O Renascimento Cultural foi um movimento de renovação intelectual e artística que marcou a transição dos valores que predominavam na Idade Média europeia para a mentalidade burguesa da Idade Moderna.
O florescimento do comércio, o crescimento das cidades e a formação dos Estados nacionais dariam à decadente sociedade feudal uma nova dinâmica. As ideias de lucro, enriquecimento e prosperidade, próprias da burguesia em ascensão, contribuíam para despertar o espírito de competição. A burguesia estimulou o florescimento de uma nova cultura, já que ela poderia garantir-lhe prestígio e uma posição compatível com o poder econômico que estava alcançando. Mas além da burguesia, príncipes e até papas também se destacaram na tarefa de incentivar, patrocinar e proteger os artistas, sendo, por isso, chamados de mecenas.


O aperfeiçoamento e a utilização da imprensa pelo alemão Johannes Gutenberg por volta de 1440, acelerou a produção e a circulação das obras literárias. Alguns fatores explicam o pioneirismo italiano: durante a Baixa Idade Média, após as Cruzadas, a Itália se manteve como um centro ativo do comércio, o que possibilitou o desenvolvimento de uma poderosa classe de mercadores que permitiu a integração de muitos italianos com os grandes centros urbano-comerciais, como Constantinopla. Aliás, depois que os turcos otomanos tomaram Constantinopla, em 1453, muitos intelectuais e artistas bizantinos se refugiaram nas cidades italianas. Podemos considerar também o fato de as obras da Antiguidade greco-romana estarem presentes muito mais na península Itálica do que em qualquer outra região europeia.


Da Itália, o movimento renascentista expandiu-se para vários países da Europa, atingindo Holanda, França, Inglaterra, Portugal, Espanha, Suíça, Polônia. Em todos esses países encontramos grandes nomes ligados às artes, às ciências, à literatura e à filosofia.
O pensamento renascentista se opunha a toda forma de pensar da Idade Média e por isso combatia o teocentrismo e o misticismo característicos do medievo europeu. Dessa forma, o Renascimento apresentou como elementos fundamentais o humanismo – que propunha a substituição do teocentrismo pelo antropocentrismo (o homem como o centro do mundo) –, o racionalismo – o uso da razão, e não da fé, para explicar os fenômenos –, o naturalismo – em oposição ao espiritual –, o experimentalismo – proposta de confirmação científica dos fenômenos ou descobertas através da experiência –, o universalismo – a busca permanente do conhecimento total, ou seja, dos vários setores do conhecimento –, o hedonismo – valorização dos prazeres da vida – e o individualismo, que consiste na supervalorização da ação individual e na consideração das diferenças individuais entre as pessoas para, em última análise, despertar o espírito de competição, de concorrência.

Os ideais renascentistas de harmonia e proporção conheceram o apogeu nas obras de Rafael, Leonardo da Vinci e Michelangelo, durante o século XVI.

Houve também progressos na medicina e anatomia, especialmente após a tradução, nos séculos XV e XVI, de inúmeros trabalhos de pensadores da Antiguidade como Hipócrates e Galeno. Entre os avanços realizados, destacam-se a inovadora astronomia de Nicolau Copérnico, Galileu Galilei e Johannes Kepler. A geografia se transformou graças aos conhecimentos empíricos adquiridos através das explorações e dos descobrimentos de novos continentes e pelas primeiras traduções das obras de Ptolomeu e Estrabão.

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Roteiro de Estudos - 7ªsérie

sexta-feira, 15 de outubro de 2010
O que eu preciso saber sobre a Vinda da Família real para o Brasil e sobre a Proclamação da Independência?

•Relacionar as invasões Napoleônicas com a vinda da família real para o Brasil
•Descrever a viagem da família real.
•Explicar a abertura dos Portos decretada por D. João e suas consequências.
•Citar as principais medidas tomadas por D. João como príncipe regente do Brasil e as repercussões dessas medidas na colônia
•Explicar o que foram os Tratados de 1810.
•Explicar a Revolução Liberal do Porto.
•Citar os motivos da Revolução Pernambucana de 1817.

•Relatar o retorno de D. João VI para Portugal.
•Explicar como D. Pedro I assumiu o poder no Brasil.
•Explicar o que foi o Dia do Fico
•Relatar como foi a proclamação da independência no Brasil.

Estude bastante!


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Roteiro de estudos - 7ªs séries

quinta-feira, 12 de agosto de 2010
O que eu preciso saber sobre A Revolução Industrial?

  • Explicar o que foi a Revolução Industrial e suas consequências;
  • Identificar os fatores que levaram a Inglaterra a ser pioneira da Revolução Industrial;
  • Conhecer as fases do processo industrial;
  • Descrever as condições de vida e de trabalho dos operários;
  • Explicar o movimento luddita;
  • Explicar o movimento cartista;
  • Comentar o surgimento dos sindicatos;
  • Explicar o darwinismo social;
  • Entender os movimentos de reação ao capitalismo;
  • Diferenciar socialismo utópico do socialismo marxista;
  • Explicar o anarquismo;
  • Explicar o socialismo cristão.

Roteiro elaborado pela professora Silvia Maria Amâncio.

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Roteiro de Estudos - 7ª SÉRIE

quarta-feira, 23 de junho de 2010
O que eu preciso saber sobre Napoleão Bonaparte e o Congresso de Viena?
  • Explicar a trajetória política de Napoleão como líder da França.
  • Citar as principais realizações de Bonaparte ao assumir o poder.
  • Explicar o que foi o Código Civil e qual sua importância na França pós-revolucionária
  • Explicar o Bloqueio Continental e suas consequências
  • Relatar como foi a campanha de Napoleão na Rússia
  • Explicar o que foi o governo dos Cem Dias
  • Comentar como foi a derrota de Napoleão e o final de seu governo.
  • Citar os países que participaram do Congresso de Viena
  • Explicar os objetivos do Congresso do Congresso de Viena
  • Explicar o princípio da "não intervenção"
Lembre-se de estudar também a Revolução Industrial: artesanato e manufatura, a situação dos trabalhadores da Inglaterra no início da Revolução Industrial, as principais invenções do período.

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REVOLUÇÃO FRANCESA - PARA ESTUDAR

segunda-feira, 24 de maio de 2010
1ª. Fase da Revolução: A Assembléia Nacional Constituinte – 1789-1792

Nesta fase, fundou uma Monarquia Parlamentarista, ou Constitucional. Um dos atos mais importantes da Assembléia foi o confisco dos bens do clero francês, que seriam usados como uma espécie de lastro para os bônus emitidos para superar a crise financeira. Parte do clero reage e começa a se organizar e como resposta a Assembléia decreta a Constituição Civil do Clero; isto é, o clero passa a ser funcionário do Estado, e qualquer gesto de rebeldia levaria a prisão. A situação estava muito confusa. A Assembléia não conseguia manter a disciplina e controlar o caos econômico. O Rei entra em contato com os emigrados no exterior (principalmente na Prússia e na Áustria) e começam a conspirar para invadir a França, derrubar o governo revolucionário e restaurar o absolutismo. Para organizar a contrarrevolução, o monarca foge da França para a Prússia, mas no caminho e reconhecido por camponeses, é preso e enviado à Paris. Na capital, os setores mais moderados da Assembléia conseguiram que o Rei permanecesse em seu posto. A partir daí uma grande agitação tem início, pois seria votada e aprovada a Constituição de 1791. Esta constituição estabelecia, na França, a Monarquia Parlamentar, ou seja, o Rei ficaria limitado pela atuação do poder legislativo (Parlamento).

O poder legislativo era escolhido através do voto censitário e isso equivalia dizer que o poder continuava nas mãos de uma minoria, de uma parte privilegiada da burguesia. É o total afastamento do povo francês que continuava sem poder de decisão. No recinto da Assembléia, sentava-se à esquerda o partido liderado por Robespierre, que se aproximava do povo: eram os Jacobinos ou Montanheses (assim chamados por se sentarem nas partes mais altas da Assembléia); ao lado, um pequeno grupo ligado aos Jacobinos, chamados Cordeliers, onde apareceram nomes como Marat, Danton, Hebert e outros; no centro, sentavam-se os constitucionalistas, defensores da alta burguesia e a nobreza liberal, grupo que mais tarde ficará conhecido pelo nome de planície; à direita, ficava um grupo que mais tarde ficará conhecido como Girondinos, defensores dos interesses da burguesia francesa e que temiam a radicalização da revolução; na extrema direita, encontram-se alguns remanecentes da aristocracia que ainda não emigrara, conhecidos por aristocratas, que pretendiam a restauração do poder absoluto.

Esta fase terminou com a radicalização do movimento revolucionário depois que Robespierre e seus seguidores agiram incitando à população a pegarem em armas e lutarem contra a Assembléia e as forças conservadoras.

2ª. Fase da Revolução: A Convenção Nacional – 1792-1794/95

Foi a fase considerada mais radical do movimento revolucionário porque foi a etapa em que os Jacobinos, liderados por Robespierre, assumiram o comando da revolução. Portanto, foi a etapa mais popular do movimento já que os Jacobinos eram representantes políticos das classes populares. O rei e a aristocracia não vacilaram em trair a França revolucionária. Luís XVI e Maria Antonieta foram presos, acusados de traição ao país por colaborarem com os invasores. Verdun, última defesa de Paris, foi sitiada pelos prussianos. O povo, chamado a defender a revolução, saiu às ruas e massacrou muitos partidários do Antigo Regime. Sob o comando de Danton, Robespierre e Marat, foram distribuídas armas ao povo e foi organizada a Comuna Insurrecional de Paris. As palavras de Danton ressoaram de forma marcante nos corações dos revolucionários. Disse ele: "Para vencer os inimigos, necessitamos de audácia, cada vez mais audácia, e então a França estará salva". Em 21 de Janeiro do ano seguinte, 1793, Luis XVI foi condenado e guilhotinado na “praça da revolução” – atual Praça da Concórdia situada na avenida Champs-Élysées, em Paris – uma vez que os Jacobinos já haviam assumido a liderança do movimento revolucionário. A rainha Maria Antonieta, foi decapitada no mesmo ano só que em setembro.

Os Jacobinos assumiram a direção política do Estado proclamando uma nova República: a República Jacobina e com ela uma nova Constituição: a Constituição de 1793. Na Constituição Jacobina continham princípios que satisfazia a população porque garantia-lhe direitos e poder de decisão. Vejamos os mais importantes pontos da nova Constituição:

Voto Universal ou Sufrágio Universal - Todos os cidadãos homens maiores de idade, votam.

Lei do Máximo ou Lei do Preço Máximo – estabeleceu um teto máximo para preços e salários.

Venda de bens públicos e dos emigrados para recompor as finanças públicas.

Reforma Agrária – confismo de terras da nobreza emigrada e da Igreja Católica, que foram divididas em lotes menorese vendida a preços baixos para os camponeses pobres que puderam pagar num prazo de até 10 anos.

Extinção da Escravidão Negra nas Colônias Francesas – que acabou por motivar a Revolução Haitiana em 1794 e que durou até 1804 quando no Haiti aboliu-se a escravidão.

Organização dos seguintes comitês: o Comitê de Salvação Pública, formado por nove (mais tarde doze) membros e encarregado do poder executivo, e o Comité de Segurança Pública, encarregado de descobrir os suspeitos de traição.

Criação do Tribunal Revolucionário, que julgava os opositores da Revolução e geralmente os condenavam à Guilhotina.

Ressalta-se que para que os Jacobinos pudessem alacançar o poder político do Estado e assumí-lo, teve que contar com um apoio fundamental: os sans-culottes. Os sans-culottes eram indivíduos populares – normalmente desempregados e assalariados, a plebe urbana – que eram identificados pelo frígio, ou barrete, vermelho que usavam sobre suas cabeças.

Porém, mesmo com o apoio dos sans-culottes e estando na direção política do Estado realizando determinadas reformas políticas e sociais significativas, os Jacobinos não duraram muito no poder devido ao que implantaram durante sua República – a Era do Terror. Robespierre, líder supremo dos Jacobinos, decidiu implantar a Era do Terror. Mas o que significou isso? Significou que era necessário agir de modo ditatorial para alcançar um governo democrático e assegurar as conquistas instituídas pelas reformas que se realizavam. Para tais fins teve que Robespierre impor o poder do Estado sobre a população e condenar todos os que eram considerados suspeitos de traição à guilhotina. Foi o período em que a guilhotina foi mais usada. Até mesmo líderes Jacobinos próximos a Robespierre, como Danton por exemplo, foram guilhotinados. O excesso de terror fez com que os Girondinos articulassem um Golpe de Estado – o golpe 9  Termidor – e derrubassem com a República Jacobina, guilhotinando inclusive Robespierre. Iniciava-se a terceira fase revolucionária.

3ª. Fase da Revolução: o Diretório – 1795-1799 / A Era Napoleônica-1799-1815

Conhecido como Reação Termidoriana, o golpe de Estado armado pela alta burguesia financeira, que marcou o fim da participação popular no movimento revolucionário, em compensação os estabelecimentos comerciais cresciam, porque as ações burguesas anteriores haviam eliminado os empecilhos feudais. O novo governo, denominado Diretório (1795-1799), autoritário e fundamentado numa aliança com o exército (então restabelecido após vitórias realizadas em guerras externas), foi o responsável por elaborar a nova Constituição, que manteria a burguesia livre de duas grandes ameaças: a República Democrática Jacobina e o Antigo Regime. O Poder Executivo foi concedito ao Diretório, e uma comissão formada por cinco diretores eleitos por cinco anos. Apesar disso, em 1796 a burguesia enfrentou a reação dos Jacobinos e radicais igualitaristas. Graco Babeuf liderou a chamada Conspiração dos Iguais, um movimento socialista que propunha a "comunidade dos bens e do trabalho", cuja atenção era voltada a alcançar a igualdade efetiva entre os homens, que segundo Graco, a única maneira de ser alcançada era através da abolição da propriedade privada. A revolta foi esmagada pelo Diretório, que decretou pena de morte a todos os participantes da conspiração, e o enforcamento Babeuf.

O governo não era respeitado pelas outras camadas sociais. Os burgueses mais lúcidos e influentes perceberam que com o Diretório não teriam condição de resistir aos inimigos externos e internos e manter o poder. Eles acreditavam na necessidade de uma ditadura militar, uma espada salvadora, para manter a ordem, a paz, o poder e os lucros. A figura que sobressai no fim do período é a de Napoleão Bonaparte. Ele era o general francês mais popular e famoso da época. Quando estourou a revolução, era apenas um simples tenente e, como os oficiais oriundos da nobreza abandonaram o exército revolucionário ou dele foram demitidos, fez uma carreira rápida. Aos 24 anos já era general de brigada. Após um breve período de entusiasmo pelos Jacobinos, chegando até mesmo a ser amigo dos familiares de Robespierre, afastou-se deles quando estavam sendo depostos. Lutou na Revolução contra os países absolutistas que invadiram a França e foi responsável pelo sufocamento do golpe de 1795.

 Napoleão abandonou seus soldados e, com alguns generais fiéis, retornou à França, onde, com apoio de dois diretores e de toda a grande burguesia, invadiu o Diretório e instaurou o Consulado, dando início ao período napoleônico com o golpe de Estado conhecido por 18 Brumário.

Estude bastante.


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ROTEIRO DE ESTUDOS - 7ª SÉRIE

sábado, 24 de abril de 2010
O que você precisa saber sobre a Independência das Treze Colônias e o início da Revolução Francesa?

• Caracterizar as colônias do norte
• Caracterizar as colônias do sul
• Explicar a Guerra dos Sete Anos
• Relacionar a Guerra dos Sete Anos com a revolta dos colonos
• Citar as Leis impostas aos colonos
• Citar os Congressos realizados na Filadélfia
• Descrever o desenrolar e o desfecho da Guerra de Independência
• Citar as principais determinações da Constituição norte-americana
• Relacionar o processo de independência das Treze colônias com o iluminismo

• Explicar a crise enfrentada pela França no final do século XVIII
• Explicar como estava dividida a sociedade francesa nessa época e como cada grupo social era composto
• Descrever o grupo conhecido como sans-culottes: por que eram chamados assim e por que foram importantes na revolução
• Relatar os acontecimentos da Assembléia dos Estados Gerais, destacando a atuação do Terceiro Estado
• Relatar a Tomada da Bastilha e relacionar com o início da revolução
• Citar as principais determinações da Declaração de Direitos do Homem e do Cidadão

 
Estude bastante. Todo esforço será recompensado.

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ILUMINISMO - 7as. séries

quarta-feira, 10 de março de 2010
Iluminismo, Ilustração ou Século da Luzes (Século XVII e XVIII).

O Iluminismo foi uma filosofia que combatia o Antigo Regime (absolutismo e mercantilismo), e pregava a liberdade econômica, a liberdade política e a igualdade diante das leis. Seus ideais conquistaram principalmente a burguesia e influenciaram importantes acontecimentos como a independência dos Estados Unidos, a Revolução Francesa, e no Brasil, a inconfidência Mineira e a Conjuração dos Alfaiates.

Os filósofos iluministas valorizavam a razão,a experimentação, observação e a investigação na produção do conhecimento. Assim baseado nas concepções de René Descartes, ou nas descobertas do físico Isaac Newton, os iluministas negavam que a natureza era regida por Deus. Para eles, as forças da natureza eram regidas por leis físicas. Os iluministas valorizavam as ciências e combatiam o fanatismo religioso, o misticismo.

1.Principais características do Iluminismo:

Racionalismo

Liberdade econômica e religiosa

2. Principais representantes do Liberalismo Político.

Voltaire: Combatia a ignorância, a superstição e o fanatismo religioso. Criticava o clero católico e escreveu "Cartas Inglesas".

Montesquieu: Escreveu o “O Espírito das Leis”. Nesse livro, o pensador criticou a monarquia absolutista e defendeu a tripartição dos poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário.

Rousseau: Pregava que a propriedade privada era a razão das desigualdades sociais. Escreveu a obra “O Contrato Social”, no qual defendeu uma sociedade democrática, baseada na igualdade entre os indivíduos e no respeito ao que chamava de “vontade geral”.

Diderot e D’Alembert: Foram os responsáveis pela Enciclopédia, obra na qual reuniram o conhecimento produzido no período.

3. Liberalismo Econômico:

Os iluministas condenavam a intervenção do Estado na economia. Pregavam a liberdade econômica e a formação de um mercado livre. Para os iluministas a intervenção do Estado na economia limitava o desenvolvimento das atividades econômicas.

Os primeiros economistas a adotar essas idéias foram os fisiocratas (governo da natureza).

Outro economista que foi fortemente influenciado pelas idéias iluministas foi Adam Smith, que escreveu “A Riqueza das Nações”. Nessa obra, Smith defendeu que o trabalho era a base de toda a riqueza. O economista ainda era favorável ao trabalho livre, assalariado e contrario ao protecionismo, ao sistema colonial e a excessiva intervenção do Estado na economia.

4.Despotismo Esclarecido.

Com o crescimento das idéias absolutistas, muitos reis passaram a governar adotando os princípios dos iluministas para modernizar seus reinos. Contudo, esses reis continuaram a ser centralizadores, e não abandonaram totalmente as práticas mercantilistas. O despotismo foi adotado nos países da Europa Oriental, Portugal e na Espanha. Por exemplo, em Portugal, o representante do despotismo foi o Marques de Pombal.

Estude bastente. Todo esforço será recompensado.


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ROTEIRO DE ESTUDOS – 7a. série

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O que eu preciso saber sobre o PERÍODO REGENCIAL E OS ESTADOS UNIDOS NO SÉCULO XIX?

  • Explicar o que foi e quando foi o Período Regencial
  • Explicar a criação da Guarda Nacional
  • Citar a criação do Ato Adicional
  • Explicar a antecipação da maioridade de D. Pedro II
  • Caracterizar cada uma das revoltas ocorridas no período regencial: Cabanagem, Malês, Sabinada, Balaiada e Farroupilha
  • Explicar a expansão territorial dos Estados Unidos e relacionar com a Lei de Povoamento
  • Explicar a Doutrina do Destino Manifesto
  • Explicar a Doutrina Monroe
  • Caracterizar a economia do norte dos Estados Unidos
  • Caracterizar a economia do sul dos Estados Unidos
  • Explicar as divergências entre os moradores do norte e do sul
  • Explicar porque o norte criticava a escravidão e o sul defendia
  • Descrever a Guerra de Secessão
  • Relatar o final da guerra e as conseqüências para os Estados Unidos.


 

Todo esforço será recompensado!

Estude bastante.

TEXTO PARA ESTUDO - CONFEDERAÇÃO DO EQUADOR

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Indomável Pernambuco

Quando o imperador mostrou seu lado autoritário, os pernambucanos tentaram criar um novo país no Nordeste: a Confederação do Equador.

por Mauro Tracco (adaptado pela professora)

Após a chegada da Corte portuguesa, em 1808, o Rio de Janeiro não teve do que reclamar. Dom João VI e seu séquito transformaram a cidade no centro do Império Português. Ela passou a receber impostos vindos das outras regiões do Brasil e a desfrutar de todas as vantagens do sistema colonial. Se antes os brasileiros odiavam o controle exercido por Lisboa, agora era a supremacia do Rio que causava indignação. Na região norte (que hoje chamamos de Nordeste), o ressentimento com a corte era enorme. As cidades de lá não viam vantagem em mandar tanto dinheiro para o sul. Entre as taxas, havia uma destinada a financiar a iluminação das ruas do Rio. Não é surpresa que ela tenha se tornado o grande símbolo da exploração.

Em nenhum lugar a revolta foi tão contundente como em Pernambuco. Entre 1817 e 1824, a província se manteve em estado de rebeldia constante, tornando-se uma pedra no sapato do rei português dom João VI e, depois, do imperador brasileiro dom Pedro I.

Após a independência, o Brasil precisava de novas leis. Em 1823, foi eleita uma Assembléia Constituinte, que se reuniu no Rio de Janeiro. Mas, em 12 de novembro, dom Pedro I ordenou seu fechamento. Os temores haviam se concretizado: o imperador não estava muito a fim de dividir seu poder. Na província de Pernambuco, a reação veio rápido e, em 13 de dezembro, as câmaras municipais de Recife e Olinda elegeram uma junta de governo. À frente dela estava Manuel de Carvalho. Veterano da Revolução de 1817, ele havia se refugiado nos Estados Unidos, onde se encantara com o grau de autonomia dos estados. Era isso o que muitos pernambucanos queriam para o Brasil. Mas, em 25 de março de 1824, o imperador entregou ao país uma nova Constituição. No texto, dom Pedro I estava acima do povo e de qualquer instituição. E era ele, claro, quem deveria escolher os presidentes das províncias.

Para Pernambuco, o imperador nomeou José Carlos Mayrink. Em meio à agitação na província, entretanto, o escolhido não teve coragem de assumir. Dom Pedro I mandou uma esquadra bloquear o porto de Recife enquanto o poder não fosse passado a Mayrink. Os pernambucanos continuaram irredutíveis até que, em junho, a frota teve de voltar ao Rio por causa de uma suposta ameaça de invasão portuguesa.

Com o fim do bloqueio, Manuel de Carvalho propôs que as províncias do norte se unissem para formar um país independente. Em 2 de julho de 1824, nascia a Confederação do Equador, inspirada nos Estados Unidos. Um dos membros mais destacados do movimento foi Frei Caneca. Com sua influência religiosa, ele conseguiu o apoio de Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba, que aderiram à Confederação. Em pouco tempo, as notícias sobre o levante no Brasil chegavam no exterior. Nem todas as grandes nações da época haviam reconhecido a autoridade de dom Pedro I e a revolta não ajudava em nada a diplomacia. Em agosto, tropas imperiais desembarcaram em Alagoas e de lá foram para o Recife e contaram com os senhores de engenho que ajudaram a derrubar os rebeldes.

A Confederação foi extinta em 29 de novembro. Manuel de Carvalho foi poupado e fugiu para a Inglaterra, enquanto outros líderes da insurreição foram executados. No Rio de Janeiro, a Corte respirava aliviada com a manutenção de seu poder sobre todo o país. Mas vivia com medo dos pernambucanos.

Atividades

  1. Procure no dicionário o significado das seguintes palavras
  • séquito
  • supremacia
  • contundente
  • irredutíveis
  • junta
  • diplomacia

2-Por que as províncias do Brasil consideravam o Rio de Janeiro um símbolo da exploração?

3- "Em 1823, foi eleita uma Assembléia Constituinte, que se reuniu no Rio de Janeiro. Mas, em 12 de novembro, dom Pedro I ordenou seu fechamento." Pesquise no livro e explique porque a Constituição de 1823 nunca foi colocada em prática.

4- "Mas, em 25 de março de 1824, o imperador entregou ao país uma nova Constituição. No texto, dom Pedro I estava acima do povo e de qualquer instituição." Como D. Pedro garantiu a centralização dos poderes em suas mãos na Constituição de 1824?

5- O que os rebeldes de Pernambuco exigiam do governo imperial de D. Pedro I?

6- Quem foi Manuel de Carvalho? Descreva a participação desse homem na Confederação do Equador.

7- Por influência de Frei Caneca, quais províncias se uniram aos pernambucanos na Confederação?

8- Por que a primeira Constituição de 1824 foi Outorgada e não Promulgada? Pesquise e explique.

R: Porque a Constituição de 1824 foi apresentada pelo imperador que imediatamente declarou sua validade. As leis não foram discutidas e votadas. Foram determinadas. Para ser promulgada é preciso que o Congresso vote as leis e aprove. Então, o chefe de Estado declara oficialmente existente a Carta votada pelo parlamento e determina que ela seja observada por todos. A Constituição passa então a ser a lei suprema do país.

9- O fuzilamento de Frei Caneca está ligado ao seguinte fato da História do Brasil:

(a) Inconfidência Mineira

(b) Confederação do Equador X

(c) Revolta dos Canudos

(d) A Praieira

(e) Revolução Farroupilha

10- Brasileiros do Norte! Pedro de Alcântara, filho de D. João VI, rei de Portugal, a quem vós, após uma estúpida condescendência com os Brasileiros do Sul, aclamastes vosso imperador, quer descaradamente escravizar-vos. Que desaforado atrevimento de um europeu no Brasil. Acaso pensará esse estrangeiro ingrato e sem costumes que tem algum direito à Coroa, por descender da casa de Bragança na Europa, de quem já somos independentes de fato e de direito? Não há delírio igual (... )." (Ulysses de Carvalho Brandão. A CONFEDERAÇÃO DO EQUADOR. Pernambuco: Publicações Oficiais, 1924).

O texto dos Confederados de 1824 revela um momento de insatisfação política contra a

(a) extinção do Poder Legislativo pela Constituição de 1824 e sua substituição pelo Poder Moderador.

(b) mudança do sistema eleitoral na Constituição de 1824, que vedava aos brasileiros o direito de se candidatar ao Parlamento, o que só era possível aos portugueses.

(c) atitude absolutista de D. Pedro I, ao dissolver a Constituinte de 1823 e outorgar uma Constituição que conferia amplos poderes ao Imperador.
X

(d) liberalização do sistema de mão-de-obra nas disposições constitucionais, por pressão do grupo português, que já não detinha o controle das grandes fazendas e da produção de açúcar.

(e) restrição às vantagens do comércio do açúcar pelo reforço do monopólio português e aumento dos tributos contidos na Carta Constitucional.

11- A Confederação do Equador, em 1824, se caracterizou como um movimento de

(a) emancipação política de Portugal.

(b) oposição à Abertura dos Portos.

(c) garantia à política inglesa.

(d) apoio aos atos do imperador.

(e) reação à política imperial. X

Postei as respostas das questões que não foram corrigidas em sala de aula.

ROTEIRO DE ESTUDOS – 7ªS SÉRIES

O que eu preciso saber sobre o PRIMEIRO REINADO?
Capítulo 10 P.132 à 136

  • Explicar o que foi a "Constituição da Mandioca" de 1823
  • Explicar porque D. Pedro I fechou na Assembléia Constituinte de 1823
  • Relatar as atitudes tomadas por D. Pedro I após o fechamento da Assembléia
  • Citar as principais determinações da Constituição de 1824.
  • Explicar como ficou a determinação do voto
  • Explicar como ficou a divisão de poderes destacando o Poder Moderador e as competências do imperador
  • Comparar a divisão do território brasileiro no Primeiro Reinado (províncias) com o atual mapa do Brasil. (o que mudou?)
  • Relatar o que foi a Confederação do Equador: reivindicações, líderes, como terminou?
  • Explicar a Guerra da Cisplatina e por que esse episódio colaborou para aumentar o descontentamento popular com o governo de D. Pedro I.

LEMBRE-SE QUE SERÁ COBRADO INTERPERTAÇÃO DE TEXTO!

Todo esforço será recompensado!

Estude bastante.

ROTEIRO DE ESTUDOS 7ªS SÉRIES

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

O que eu preciso saber sobre LUTAS OPERÁRIAS E SOCIALISMO?
Capítulo 8 (P.103 à 107)

  • Explicar o início da organização dos operários na Inglaterra no século XIX.
  • Citar as principais reivindicações dos operários
  • Explicar o que eram os sindicatos
  • Explicar o movimento cartista as exigências expressas na "Carta do Povo"
  • Citar a criação da Associação de Trabalhadores
  • Explicar o que foi o socialismo utópico e as suas principais propostas
  • Citar os pensadores do socialismo utópico
  • Explicar o que seriam os falanstérios
  • Explicar porque os socialistas utópicos foram tão criticados.
  • Citar os pensadores do socialismo científico


     


     

    Todo esforço será recompensado!

    Estude bastante.

ROTEIRO DE ESTUDOS – 7ªS SÉRIES

sábado, 13 de junho de 2009

O que eu preciso saber sobre a INDEPENDÊNCIA DAS TREZE COLÔNIAS?
Capítulo 4

  • Caracterizar as colônias do norte
  • Caracterizar as colônias do sul
  • Explicar a Guerra dos Sete Anos
  • Relacionar a Guerra dos Sete Anos com a revolta dos colonos
  • Citar as Leis impostas aos colonos
  • Descrever a Festa do Chá de Boston

LEMBRE-SE QUE SERÁ COBRADA INTERPERTAÇÃO DE TEXTO!

Todo esforço será recompensado!

Estude bastante.

ROTEIRO DE ESTUDOS - 7ªs séries

sexta-feira, 15 de maio de 2009

O que eu preciso saber sobre ILUMINISMO e REVOLUÇÃO FRANCESA?
Capítulo 3 (até a p.41)

  • Explicar o que foi o Iluminismo.
  • Citar as principais idéias defendidas pelos pensadores iluministas
  • Explicar a crise enfrentada pela França no final do século XVIII
  • Explicar como estava dividida a sociedade francesa nessa época e como cada grupo era composto
  • Descrever o grupo conhecido como sans-culottes: por que eram chamados assim e por que foram importantes na revolução
  • Relatar os acontecimentos da Assembléia dos Notáveis e da Assembléia dos Estados Gerais, destacando a atuação do Terceiro Estado
  • Relatar a Tomada da Bastilha
  • Relacionar a Tomada da Bastilha com o início da revolução
  • Citar as principais determinações da Declaração de Direitos do Homem e do Cidadão
  • Citar as principais determinações da Constituição de 1790
  • Diferenciar jacobinos e girondinos
  • Explicar o governo dos jacobinos na Convenção e as mudanças da nova constituição
  • Citar os principais líderes jacobinos
  • Explicar o período do Terror
  • Citar as medidas tomadas pelos girondinos no governo do Diretório
  • Destacar a tomada de poder por Napoleão Bonaparte

    Todo esforço será recompensado!

    Estude bastante.

ROTEIRO DE ESTUDOS - 7ª série

quarta-feira, 22 de abril de 2009

O que eu preciso saber sobre REVOLUÇÃO INDUSTRIAL? Capítulo 2

  • Definir produção artesanal
  • Definir manufatura
  • Definir maquinofatura
  • Explicar o que foram os cercamentos e qual a sua relação com o desenvolvimento das fábricas
  • Explicar a Lei dos Pobres: o que ela determinava e porque foi criada
  • Citar as principais invenções da época
  • Descrever as condições de trabalho nas fábricas durante a Revolução Industrial
  • Caracterizar o trabalho feminino e infantil nesse período
  • Explicar como os operários enfrentaram essas transformações
  • Caracterizar o ludismo – quebradores de máquinas
  • Citar as principais reivindicações dos trabalhadores


    Você pode imprimir ou fazer seu esquema de estudo lendo o livro e o caderno.
    Bom estudo!

Tempos Modernos – Charles Chaplin e a Revolução Industrial

sábado, 18 de abril de 2009

Tempos Modernos é um clássico da comédia e do cinema mudo. Charles Chaplin retratou com criatividade a situação que os trabalhadores enfrentaram nos primeiros tempos da Revolução Industrial. A invenção da máquina a vapor desencadeou uma revolução tecnológica mas também modificou hábitos, costumes e valores humanos.


Filmado em preto e branco, o filme de 1936, retrata o vagabundo que sofre as imposições do patrão dentro de uma fábrica repleta de geringonças. Uma das invenções é um Alimentador para Funcionários, que promete diminuir para apenas 15 minutos o horário do almoço. Quase escravizado, condenado a realizar movimentos repetitivos na linha de produção, sofre um acesso de loucura. Acaba demitido da fábrica e preso ao ser confundido com um líder grevista. Entristecido com sua má sorte, ele encontra uma moradora de rua e com ela decide procurar felicidade e dinheiro. Assista um trecho do filme mas a dica e: vale a pena locar e curtir o filme todo.





A Revolução Industrial provocou mudanças importantes para a sociedade e para o homem. As relações de vida e trabalho das pessoas transformaram-se significativamente. No entanto, construímos uma sociedade na qual tudo se justifica para ficar rico. O ideal de vida e felicidade tornou-se: ter, seja o que for, a qualquer preço.


No início da Revolução Industrial, acreditava-se que o aumento da produção produziria a igualdade social, mas, ao contrário, a abundância e as novas tecnologias ficaram restritas há poucos e só os mais ricos usufruíam dos seus benefícios.


Atualmente, ao contrário do que é demonstrado no filme, enfrentamos o problema da falta de emprego e não o excesso dele. A máquina, considerada por muitos como a "grande vilã", reduziu aos poucos, os postos de trabalho e invadiu nossas casas e os locais de trabalho. Cito como exemplo a aposentadoria da máquina de escrever. Em nossas casas encontramos aparelhos de todo tipo: liquidificador, espremedor de frutas, batedeira, máquina de lavar e secar roupas, forno de microondas, televisor, vídeo-cassete, panificadora elétrica e uma infinidade de produtos para se apertar botões. Sem contar os portáteis e os games que invadiram um espaço precioso para as pessoas: o lazer. Precioso porque, o lazer é o espaço reservado à liberdade individual, no qual poderemos nos dedicar ao desenvolvimento intelectual.


Infelizmente, isso pouco acontece; por comodidade e facilidade, preferimos nos restringir apenas a assistir um programa na TV, jogar vídeo game ou navegar horas a fio pela internet. O que parece uma evolução natural que beneficia a humanidade pode nos escravizar e nos alienar. Tudo nos é apresentado como rápido, fácil e vantajoso, mas temos que pensar sobre as facilidades e comodidades promovidas pelo capitalismo moderno e estabelecer um limite para o uso consciente das tecnologias em nosso dia-a-dia.


Então, chega de blogar. Vou fazer um bolo.

Pérolas 7ª série

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Como sempre, anoto as pérolas que alguns alunos produzem nas provas.

O objetivo não é expor os estudantes mas aprender a rir dos próprios erros e ficar atento para não escrever preciosidades nas próximas provas. Combinamos que os autores não seriam identificados.

A avaliação foi sobre Revolução Inglesa.


...os camponeses plantavam e cholhiam seu alimento.


...todos moravam no mesmo abitate.


O rei enfrentou a gerra civiu.


ninguém poderia questionar as decisões do rei porque ele governava por aspiração divina.
(será que o rei utilizava um aspirador enviado por Deus?)


o rei foi preso e depois executaram a cabeça do rei.
(ainda bem que foi só a cabeça pelo menos o resto do corpo foi salvo)


documento assinado por Guilherme III que instituiu a monarquia parlamentar na Inglaterra:
Direito de Perdição (poderia ser o título da próxima novela das oito)


Comente!!




ROTEIRO DE ESTUDOS 7ª série

sexta-feira, 13 de março de 2009

O que eu preciso saber sobre A INGLATERRA E A FRANÇA DO SÉCULO XVII?
Capítulo 1

  • Explicar o que é monarquia absolutista.
  • Caracterizar o parlamento inglês, suas funções e como era formado.
  • Diferenciar os grupos sociais que participavam do parlamento.
  • Definir o que era a Petição de Direitos
  • Explicar porque o rei Carlos I entrou em conflito com o parlamento.
  • Entender que os conflitos na Inglaterra também eram religiosos.
  • Explicar o que foi a Guerra Civil.
  • Relatar como terminou a Guerra Civil e qual foi o destino do rei.
  • Caracterizar o governo de Oliver Cromwell.
  • Explicar como aconteceu a Revolução Gloriosa.
  • Definir o que foi a Declaração de Direitos e quem a assinou.
  • Caracterizar a nova forma de governo da Inglaterra: a monarquia parlamentar.
  • Diferenciar os grupos sociais (população) da França no século XVII.
  • Explicar quem foi Luís XIV e como foi seu governo na França.
  • Citar o ministro Colbert e suas ações como ministro do rei.
  • Explicar a Teoria do Direito Divino e citar seus principais pensadores.


    Você pode imprimir ou fazer seu esquema de estudo lendo o livro e o caderno.

    Bom estudo!


A Exterminadora...

segunda-feira, 2 de março de 2009
Atendendo a pedidos...

Voltando a comentar os estranhos casos que acontecem nas salas de aula, vou contar sobre uma outra aluna, desta vez da 7ª série A, que incorporou o papel de protetora dos fracos e oprimidos e das escandalosas também.

Qualquer inseto que apareça para nos visitar, corre sério perigo: abelhas, borboletas, besouros, aranhas...

Basta a pobre criaturinha indefesa voar mais baixo ou se aproximar de alguma aluna que reaja com um estridente grito, que a nossa super heroína não pensa duas vezes. Fecha a cara, faz pose de malvada e POW! Dá-lhe bordoada com o caderno. E sempre certeira.

Então, seu olhar assustador se fixa com total desprezo no corpinho inerte do bichinho e em seguida sorri, demonstrando a satisfação do dever cumprido.

Quanta crueldade...